quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

O novo campo de futebol das Lajes

Oxalá que agora não haja desculpas para melhorar o nível da prática do nosso futebol e que este recinto seja total e diariamente aproveitado, quer pelas camadas jovens dos iniciados aos séniores e até pelos "solteiros e casados".


Lajense - 1, Prainha do Norte - 1, encontro disputado, no dia 24 de Fevereiro, para o Campeonato Faial-Pico, após a inauguração do Campo de Futebol das Lajes.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Inauguração do Novo Campo de Futebol das Lajes

O novo campo de futebol das Lajes do Pico vai ser inaugurado no próximo domingo, 24 de Fevereiro.
A estrtutura é constituído por uma tribuna, bancada para cerca de 700 lugares sentados e recinto com cobertura sintética, dimensionado para a prática do futebol.
Fica situado junto ao Monte de Santa Catarina, junto ao Quartel de Bombeiros Voluntários e ao futuro Centro Comercial das Lajes, em fase de construção.
Julga-se que por debaixo da estrutura da bancada, possam vir a ser construídas instalações destinadas à manutenção e ginástica, cuja falta se faz sentir na Vila.
O acto inaugural terá lugar ao princípoio da tarde, seguindo-se o encontro de futebol do Campeonato Faial/Pico entre o C.D.Lajense e a turma da Prainha do Norte.
Espera-se que com estas novas instalações, o Lajense, que há 6 anos treina longe de casa, retome a senda das vitórias e encete uma nova etapa honrando o seu longo historial.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

A nova face da Vila

A nova muralha de defesa da Vila, vaio mudar completamente o visual da baía. O mesmo acontecerá após a conclusão do porto de recreio, que se prevê para meados do corrente ano.
Será que já se está a preparar as Lajes para usufruir economicamente destas duas importantíssimas infraestruturas, complementares do Museu dos Baleeiros, também ele em fase adiantada de ampliação, como se vê na foto?


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Turismo na neve, para quando?

Neste inverno chuvoso, surgem uns dias, como hoje, que nos levam o sonho para o além, que cobre a montanha de neve, alva e pura como o ar que respiramos.

Noutras paragens, as montanhas geladas alimentam a economia dos tempos livres atraindo turistas.
Aqui, a visão do futuro abarca essa e outras perspectivas de desenvolvimento que, todavia, tardam em chegar.



Neste triângulo, que cada vez mais se centra na Ilha Montanha, há que mudar as mentalidades dos decisores para que se altere estratégias políticas e económicas. De contrário, está-se a confinar o desenvolvimento a uma pequena parcela e a impedir que outras tão ou mais capazes se valorizem e cresçam.

Será que ainda não entendemos que os Açores só crescerão como arquipélago se desenvolverem o todo - conjunto de todas as partes (ilhas)?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

UMA IMAGEM SEMPRE PRESENTE



Hoje à tarde, perante a beleza desta paisagem, lembrei-me de evocar todos quantos daqui partiram para outras paragens, ainda na flor da idade, motivados pela conquista de melhores condições de vida.
Quantos e quantas que já não vejo há anos!... Estão nas cidades norte-americanas da Nova Inglaterra ou da Califórnia, nas terras frias do Canadá, no continente português e por essas ilhas, sobretudo nas mais populosas. Foram engrossar o número de trabalhadores e de quadros bem sucedidos e remunerados e seus filhos, já daqui não são. Vêm, quiçá, todos os anos, mas, quando chega Setembro, debandam para os seus destinos.
Ao olhar para este silencioso e encantado recanto, apetece-me ir de casa em casa, de rua em rua, escrever, em letras bem visíveis, os nomes dos que nasceram na Rua de Baixo e na Maré, na Rua Direita, dos Sapateiros, na Rua Nova e na Pesqueira e que já por cá não andam... brincando na Lagoa atrás de um barquinho de madeira, ou à noite no Cruzeiro, por entre os canteiros de um jardim pouco cuidado.
São tantos que só numa via-sacra saudosa, poderei reavivar os seus nomes.
É importante recordá-los aos que aqui vivem porque já fomos muitos mais.
Os que daqui abalaram, têm a imagem deste fim de tarde, quase primaveril, sempre presente, enquanto os que cá residem podem ou não valorizá-la...

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Centro das Artes e Ciências do Mar inaugurado a 27 de Janeiro

http://www.petitiononline.com/PicoTAP/


O Centro de Artes e Ciências do Mar, antiga fábrica da baleia da SIBIL, será inaugurado no dia 27 do corrente.


Trata-se de um edifício camarário, recentemente recuperado.


O Município estebeleceu com a Universidade dos Açores, Departamento de Biologia, um protocolo de colaboração científica que conta com o apoio da nossa conterrânea Professora Doutora Ana Isabel Azevedo, da Universidade dos Açores.


Aguarda-se, com a máxima espectativa, a abertura da nova instituição lajense que, conjuntamente com o Museu dos Baleeiros, irá, certamente, disponibilizar a residentes e visitantes constributos importantes no âmbito das Artes e das Ciências dio Mar.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

A propósito do Carnaval

Ainda mal terminaram os Reis e já se começa a falar do Carnaval - quintas-feiras de amigos, amigas, compadres e comadres. É a folia no seu melhor, enfeitada de bailes, soirés e matinés, com máscaras e fantasias, filhós, coscorões e malassadas, comezainas e bebidas. Tudo a bem da alegria, do convívio, da gargalhada e da galhofa, que a vida não é só desgraças!!!...
Longe vão os tempos das danças de espada, formadas por grupos de homens que percorriam a ilha e coloriam as praças com trajes garridos e armas inofensivas. Também já não existem conjuntos "ad hoc" para animarem as noites da folia.
A festa agora é nas discotecas, nos bares, nos novos espaços de convívio onde o ruído ensurdecedor dos megawtts fala mais alto que as conversas de circunstância, acompanhadas de uma mini ou de um copo de gin. É assim!...
À roda do ano, disfarçamo-nos na folia e disfarçamo-nos no sério, como se a dualidade fosse uma forma saudável de bem-viver. E para muitos, é! Mas um dia virá em que a realidade da vida nua e crua, impor-se-á cristalina, revelando a verdadeira face e o mais profundo do nosso ser que, teimosamente, escondemos.