Afinal quem está com quem na futura liderança do PSD-Açores?
Será que Berta Cabral, Vice-presidente do partido, vai contar com os mesmos apoios de quem esteve, sucessivamente, com Álvaro Dâmaso, Manuel Arruda, Victor Cruz, Costa Neves e agora Berta Cabral?
O carreirismo político é um defeito de quem age e pensa pela cabeça dos outros e conserva o seu próprio cargo, enquanto lhe dá jeito.
Vamos ver como se comportam os fiéis militantes social-democratas.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
O PERIGO ESPREITA NO PORTO DAS LAJES
A peixaria, a ser inaugurada, provavelmente, na próxima semana, constitui um equipamento importante para a venda de pescado nas Lajes.
Há, porém, outros equipamentos de sinalização de acesso ao porto que urge instalar: farol de sinalização do extremo da muralha de protecção, sinalização da bóia existente na baía interior e os baixios, e o Lajido.
Estes instrumentos são fundamentais para a segurança dos marítimos e das embarcações que demandam, à noite, o porto.
Por outro lado, não há iluminação no muro do Caneiro.
Todas estas grandes e importantes falhas, têm como destinatários a EDA e a Junta Autónoma dos Portos.
Dotar as infraestruturas marítimos de acessos e equipamentos que visem a segurança e protecção dos cidadãos é uma medida urgente que compete às entidades públicas.
Não há mais tempo a perder, pois o perigo espreita, quando menos se espera.
Há, porém, outros equipamentos de sinalização de acesso ao porto que urge instalar: farol de sinalização do extremo da muralha de protecção, sinalização da bóia existente na baía interior e os baixios, e o Lajido.
Estes instrumentos são fundamentais para a segurança dos marítimos e das embarcações que demandam, à noite, o porto.
Por outro lado, não há iluminação no muro do Caneiro.
Todas estas grandes e importantes falhas, têm como destinatários a EDA e a Junta Autónoma dos Portos.
Dotar as infraestruturas marítimos de acessos e equipamentos que visem a segurança e protecção dos cidadãos é uma medida urgente que compete às entidades públicas.
Não há mais tempo a perder, pois o perigo espreita, quando menos se espera.
domingo, 28 de setembro de 2008
ASSIM NÃO VAMOS LONGE
Tem andado calado o Lepratecoma. Nem se pronunciou sobre a Semana dos Baleeiros, não disse nada sobre a abertura das aulas, nem teceu qualquer comentário sobre a conclusão das obras do porto de pesca, nem sobre outros temas que são objecto de conversa nesta Vila.
O que acontece é que as Lajes estão diferentes com os vários empreendimentos efectuados quer pelo Governo, quer pelo Município.
Outros estão anunciados: o Parque temático da baleia, o passeio Atlântico e o Clube Naval, a nova Escola cujo concurso está aberto, o Hotel no Mistério da Silveira...
Se tudo o que foi e será feito nas Lajes pretende o desenvolvimento da nossa terra, importa que os lajenses, os investidores e o cidadão comum intervenham com a sua capacidade criativa buscando novas oportunidades de negócio que as infra-estrutruras geram.
Sem isso, não há empreendimentos que valham para bulir com o marasmo que parece imperar no nosso meio.
As Lajes precisam de um safanão porque a continuarmos nesta apatia, não vamos longe!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Inauguração do Parque de estacionamento
domingo, 17 de agosto de 2008
Desmazelo, incompetência?...
1.Então não se podia ter aproveitado a grua para se pintar as torres e dar um ar diferente à Matriz?
Falta de dinheiro? É desculpa que não convence o povo. As pessoas pensam o contrário. Pelos vistos, e ao contrário do que afirma a comissão administrativa da Igreja, parece não haver interesse em bulir uma palha. Enquanto outras paróquias promovem jantares e outras iniciativas para angariação de fundos, a das Lajes está apática e não consegue mobilizar ninguém. Acaso a comissão já pensou que a culpa pode ser sua?
2.E a casa da Maricas Tomé? Fica assim? Não será mais correcto descobri-la do manto verde e colocar uma placa a dizer que aguarda por obras? Assim revela abandono e desmazelo da Câmara. Ou não será?
domingo, 27 de julho de 2008
Oportunidade perdida mas ainda recuperável
O projecto do parque de estacionamento, cuja construção está em curso, é uma oportunidade perdida por não se aproveitar, convenientemente, aquele garnde terreno.

Todos temos consciência que os espaços na vila são escassos. Sabem-no os lajenses que tiveram de construir residência fora da Vila, comerciantes e o próprio Governo.
Infelizmente, e disso a história se encarregará de julgar quem tomou essas opções, desperdiçou-se ou recusou-se o espaço do Parque de campismo a uma nova unidade hoteleira e desperdiçou-se o espaço do parque de estacionamento, onde deveria ser instalado, também, o Mercado Municipal.
O parque de estacionamento deveria ter sido subterrâneo.
E no(s) piso(s) superior(es), seriam construidas instalações quer para o Mercado quer para outros serviços comerciais e/ou públicos. Com o envolvimento dos empresários; eles poderiam, como sócios, participar nesse projecto e os benefícios redundariam para ambas as partes. É assim que se faz noutros centros urbanos, e as bons exemplos devem ser seguidos.
A Câmara já anunciou que até ao final do ano lançará a concurso o Mercado. Onde o irá instalar?
Nos investimentos públicos, há que ter em conta não só a contenção de despesas e o binómio custo-benefício, mas outros factores como a boa gestão do território e a utilidade pública que devem presidir a todas as decisões.
O senso comum, diz que antes de se tomar iniciativas há que pensar bem duas vezes. Neste caso, pensou-se mal. Deveria ter-se feito apenas uma obra com várias valências no mesmo espaço. Assim não aconteceu. Mas nada está perdido. Que aguarde a construção do Mercado. A crise está a favor de uma decisão mais sensata e não fica mal a quem govena, dizer que errou. Afinal, quem não erra na vida?
sexta-feira, 4 de julho de 2008
O fado e o destino do restaurante Lagoa
Hoje há fado no Forte. Fado de Coimbra. Fado - destino marcado sem tempo, com a Montanha a escutar os sons do Mondego.
......................................
O restaurante Lagoa, com 32 anos de vida, vai mudar de proprietário.

O seu dono cansou-se: de labutar, de lutar para remodelar as instalações...
Entraves e mais entraves - os normais da burocracia - ditaram o novo destino do Lagoa.
Que continue, ao menos, com a boa e saborosa cozinha que lhe deu fama.
Ao Gilberto e família, o nosso reconhecimento pelos bons serviços prestados.
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