O Governo visita amanhã e durante três dias a Ilha do Pico, na sua romaria anual.
Inaugura o edifício da Junta de Freguesia da Candelária, e participa no arranque das obras de remodelação do Porto da Manhenha.
Participa também no arranque das obras do armazem para o material de placa e recuperação paisagística do aeroporto do Pico, empreendimento cuja falta muito se fazia sentir (digo eu), pois o movimento diário de aviões com Lisboa revelou que os passageiros criticavam o mau estado das viaturas e equipamentos e o ajardinamento da zona envolvente aos parques de estacionamento.
Mais um empreendimento para o Governo conceder subsídios à SATA que do Pico não faz qualquer caso, a não ser para se aproveitar dos dinheiros públicos com as obras que lhe são acometidas.
E quando entram em funcionamento os depósitos de combustíveis para abastecer os aviões? Que falta?
Já chega de tantos atrasos e de tão poucas explicações!
Será que é agora que o Governo vai (re)anunciar o início das obras do centro de segurança social nas Lajes? Ou vai dar o dito por não dito, de uma vez por todas,e não se fala mais nisso, e a Câmara que recupere a Casa da Maricas Tomé como bem entender?
E as obras de ligação entre o Caneiro e a Muralha de defesa das Lajes, cujo projecto foi adjudicado à Consulmar em Dezembro por um prazo de 30 dias e que custou 7.500 euros? Já está pronto? E a reparação da evidente distorção da Muralha, recentemente inaugurada quando será ajeitada? No Inverno? Ou vão deixar passar os cinco anos de responsabilidade do empreiteiro?
E a nova Escola Secundária? Está em águas de bacalhau ou arranca este ano?
E quando se melhora as instalações dos serviços albergados na Casa do Estado?
Vão passar para o antigo Matadouro ou serão instalados na casa da Alfândega?
E as casas de aprestos das Lajes? Os pescadores daqui não têm direito?
São questões a que o Governo tem de dar resposta.
Inaugura o edifício da Junta de Freguesia da Candelária, e participa no arranque das obras de remodelação do Porto da Manhenha.
Participa também no arranque das obras do armazem para o material de placa e recuperação paisagística do aeroporto do Pico, empreendimento cuja falta muito se fazia sentir (digo eu), pois o movimento diário de aviões com Lisboa revelou que os passageiros criticavam o mau estado das viaturas e equipamentos e o ajardinamento da zona envolvente aos parques de estacionamento.
Mais um empreendimento para o Governo conceder subsídios à SATA que do Pico não faz qualquer caso, a não ser para se aproveitar dos dinheiros públicos com as obras que lhe são acometidas.
E quando entram em funcionamento os depósitos de combustíveis para abastecer os aviões? Que falta?
Já chega de tantos atrasos e de tão poucas explicações!
Será que é agora que o Governo vai (re)anunciar o início das obras do centro de segurança social nas Lajes? Ou vai dar o dito por não dito, de uma vez por todas,e não se fala mais nisso, e a Câmara que recupere a Casa da Maricas Tomé como bem entender?
E as obras de ligação entre o Caneiro e a Muralha de defesa das Lajes, cujo projecto foi adjudicado à Consulmar em Dezembro por um prazo de 30 dias e que custou 7.500 euros? Já está pronto? E a reparação da evidente distorção da Muralha, recentemente inaugurada quando será ajeitada? No Inverno? Ou vão deixar passar os cinco anos de responsabilidade do empreiteiro?
E a nova Escola Secundária? Está em águas de bacalhau ou arranca este ano?
E quando se melhora as instalações dos serviços albergados na Casa do Estado?
Vão passar para o antigo Matadouro ou serão instalados na casa da Alfândega?
E as casas de aprestos das Lajes? Os pescadores daqui não têm direito?
São questões a que o Governo tem de dar resposta.