quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Natal Feliz


Lepramecoma se eu não mandava Boas Festas aos meus leitores.
Que continuemos a zelar por aquilo que é nosso e pelo lugar que nos viu nascer e nos dá vida.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Sobre a entrada da Vila

As obras de requalificação e reordenamento da entrada da Vila, não merecem o apoio da população.
O projecto, como está, pareceu pretender dizer que: por aqui é a estrada regional, em recta e sem contornos ou desvios e para ali fica a Vila. Nem a zona ajardinada me parece ter qualquer sentido, até porque, junto ao mar, é difícil mantê-la florida e arranjada.
É pena que estes projectos sejam apenas concepção de um técnico e não sejam, previamente mais discutidos e apreciados. E hoje até há equipamentos multi-média que permitem uma animação dos projectos e uma aceitação ou não das populações que, diariamente, vão conviver com esses benefícios.
Pelos vistos, esta requalificação complicou as vias e não trouxe nem beleza nem melhorias!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Então...e o Hiper?

Após o desabamento do tecto da superficie comercial em construção alguém da administração se apressou a informar que, apesar de tudo, dentro de meses, o Hiper estaria de portas abertas.
Passaram meses, um ano e estamos a chegar ao Natal e...nada! Nem o tecto está concluído, nem o espaço está fechado e pronto a receber estantes e mercadoria. Infelizmente!
O pior de tudo, não é a abertura do novo espaço é a falta de concorrência.
O único comércio concorrente aos dois pequenos espaços do Ancora Parque, Lda, fica a cerca de 20 kms, na Piedade, ou no Cais do Pico, ou a 36 kms, na Madalena.
Não haverá nenhuma empresa do ramo interessada em instalar-se nas Lajes, mesmo que seja uma sucursal da Piedade ou da Madalena?
Espaço existe que, outrora, pertenceu ao principal complexo comercial da Ilha.
Outros tempos, outros empresários de que as Lajes tanto carece...

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Do Lajense e do (mau) acesso ao campo de jogos

Os acessos ao novo campo de futebol das Lajes deixam muito a desejar e a chuva vai encarregar-se de transformá-los em ribeira se não for executada a respectiva asfaltagem.(foto do Ilha Maior)

Ou será que a autarquia está à espera da conclusão do mal fadado Hiper para construir os acessos às duas importantes infraestruturas? (E porque é que tem de ser a autarquia a fazer os acessos ao Hiper?)

Já agora pergunta-se: Com o novo recinto desportivo já não há desculpa dos dirigentes e atletas do Lajense para justificar as derrotas expressivas da Briosa. Quando voltarão as tardes de glória da equipa desta terra em cujo historial estão participações interessantes em competições regionais e nacionais?

Já é tempo de dar alegrias aos sócios e adeptos!

domingo, 16 de novembro de 2008

A escolha dos melhores para o poder local


As eleições regionais evidenciaram que a estrutura do PS das Lajes do Pico, a maior da Ilha, não teve a correspondente representatividade nas listas de deputados.

O que sucedeu, parece claro: as cúpulas partidárias regionais escolheram os candidatos e não deram cavaco aos dirigentes socialistas lajenses.

Esta situação deixou marcas e melindres (quem não se sente, não é filho de boa gente...)que poderão reflectir-se na escolha dos candidatos do PS à Câmara e Assembleias Municipal e de Freguesia do concelho.

Há, porém, militantes socialistas da secção das Lajes que alinham em estratégias ditadas pelas suas conveniências e que só prejudicam o concelho que, mais uma vez, provou o seu alinhamento pelo PS.

Enquanto assim fôr e não forem os militantes a decidirem quem deve apresentar-se ao eleitorado, a democracia não irá bem.

Já agora, sugiro ao PS das Lajes, aos restantes partidos e aos cidadãos, um amplo aberto e descomplexado debate para se encontrar quem melhor servirá para gerir os interesses das populações e preparar o presente e 0 futuro do concelho.

As últimas eleições provaram que os partidos têm de preparar, a médio prazo, uma estratégia de vitória que passa pela aproximação ao eleitorado para auscultar as suas aspirações.

É tempo de pensar nisto a sério para que o povo não se sinta defraudado por uma partidocracia que desdiz os verdadeiros princípios e liberdades democráticos.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

E lá se foi mais um...

Aos poucos e poucos algumas empresas regionais vão desactivando os seus balcões comerciais, ou melhor e como hoje se diz, deslocalizam serviços para outras bandas, no intuito de, alegadamente, minorar custos e rentabilizar serviços.

A Globaleda, empresa propriedade da EDA, procedeu desta forma. No escritório da EDA nas Lajes, apresentava aos clientes - e parece que muitos eram! - uma gama apreciável de produtos da Vodafone.

Sem se saber porquê, toca a embalar caixotes com equipamentos de telemóveis, para abrir uma Loja da Globaleda na Madalena.

Resultado: os assinantes da Vodafone quando têm avarias nos seus equipamentos são obrigados a marchar para a Madalena que fica logo ali, a 36 KMs das Lajes e 56 kms da Piedade!...

Que excelente compreensão da realidade desta ilha, a segunda em superfície tem a Globaleda!...

Que excelente serviço presta aos assinantes da Vodafone no PICO!...

De empresas (ditas) regionais como esta, os picoenses não têm muito a esperar!

Já não nos bastava a política comercial do Grupo SATA.

Agora também a EDA, de quem muitas localidades têm queixas por deficiente e insatisfatória cobertura energética, procede, mais uma vez, à deslocalização de serviços. E as Lajes são sempre penalizadas!

Sabem porquê tudo isto?

Porque os picoenses de uma ponta à outra da Ilha e os lajenses, não têm demonstrado iniciativa própria e força para bater o pé junto de quem de direito, a bem dos seus interesses.

Até quando permitiremos situações destas?

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Ouvir para decidir!

O final do ano é o tempo aprazado para fazer balanço e projectar e planificar o próximo ano.
Como se faz um plano anual? Quem nele participa? Que objectivos e projectos deve contemplar?
Há anos uma experiência municipal foi desencadeada no sul do Brasil com o chamado Orçamento participativo. Os autarcas ouviam as populações e eram elas que decidiam, face aos orçamentos disponíveis, a realização dos empreendimentos.
António Costa, na Câmara de Lisboa, está a desenvolver iniciativa semelhante. Entre nós, o novo Presidente da Câmara de S.Roque, desenvolveu idêntico procedimento: Ouvir o que pensam e pretendem os cidadãos das instituições municipais.
Esta é uma forma de educar para a cidadania e para a participação.
Os autarcas não são donos do poder municipal. São gestores, a prazo, de espectativas e da concretização de direitos que os munícipes julgam importantes para a sua realização pessoal e colectiva, para a sua qualidade de vida.
Seria da máxima importância que todos os eleitos do poder local, regional e nacional, soubessem escutar e responder às legítimas aspirações dos povos.