
Fala-se num serviço público caótico, na falta de pagamentos a credores e fornecedores, na paralisia dos equipamentos e dos serviços camarários, enfim, tudo quanto uma gestão corrente deveria ter acautelado, para que se mantivesse o bom nome das instituições e das pessoas que as geriam.
Este mau exemplo, revela à saciedade, o cansaço, a apatia, o não-te-rales e o não-me-importo, o deixa pr'a eles de quem perdeu, democraticamente, o poder, e o mau feitio e o desinteresse e mau-perder da equipa derrotada.
Pelo que informa O DEVER, são razões para a nova equipa tomar posse quanto antes, pois a nova Câmara corre o risco de ser tomada como cúmplice de uma situação a que é alheia.
Se não há outras implicações - e não há!-, que a tomada de posse ocorra já no dia 2 de manhã, para que o poder não caia na rua.